domingo, 25 de julho de 2010
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Nos trilhos...
Ela não acreditou quando recebeu o e-mail. De fato deve ter sido uma surpresa. Fazia tempo. O contato não existia mais. E eu, sinceramente, não imaginava que isso pudesse acontecer novamente. Ela respondeu e eu fiquei feliz. Tudo caminhava tranquilamente. Os encontros eram agradáveis. Sempre foram, não era novidade. Mas desta vez era diferente. Acho que tinha algo mais. Um, dois, três, dez encontros, perdi as contas, e a cumplicidade e identificação só aumentavam. Diziam que eu precisava disso e pouco tempo depois percebi que estavam com a razão.
Foi assim, com o risco de o e-mail ser deletado, que decidi arriscar e pular para uma nova etapa da minha vida. Me arrependo. De não ter mandado o e-mail antes. O tempo tratou de colocar tudo em ordem. Melhor pra mim.
Foi assim, com o risco de o e-mail ser deletado, que decidi arriscar e pular para uma nova etapa da minha vida. Me arrependo. De não ter mandado o e-mail antes. O tempo tratou de colocar tudo em ordem. Melhor pra mim.
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
A vida é uma surpresa...

Ludovic Giuly sempre foi um bom jogador. Sua primeira passagem, no entanto, foi um pouco conturbada. Houve alguns problemas de comunicação em campo e ele não pode mostrar todo o seu talento. Porém, o tempo passou e ele novamente vestiu a camisa. Mais experiente, tem feito vários gols importantes. Conquistou a torcida que, na vez anterior, teve pouca paciência e também uma parcela de culpa por não ter dado certo.
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Uou
O sucesso não é o final e o fracasso não é fatal: o que conta é a coragem para seguir em frente.
terça-feira, 25 de agosto de 2009
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Vai saber...
Engraçado como a gente encontra cada tipo de pessoa por aí. Verdadeiros monstros criados.
Outro dia, peguei o ônibus, como faço todos os dias, com destino ao meu trabalho. Poucos minutos antes de ele sair do ponto inicial, um rapaz entrou e queria porque queria abrir aquela espécie de teto solar que os coletivos têm. Só que estava chovendo muito.
Uma senhora só observa o cara, que não tinha mais que 18 anos. A experiência da mulher, estampada no rosto já um pouco envelhecido pelo tempo, dizia que não era hora de abrir aquilo. No entanto, ela se arriscou:
- Meu filho, por favor, não abra. Senão vai chover aqui dentro.
O rapaz levantou o tom de voz e, com uma empáfia de chamar a atenção, e sem nenhum motivo aparente, bradou:
- Eu acho que tem que ficar aberto porque eu quero e pronto, c...!
Espantada com a educação, ou falta dela, e com o destempero do cidadão, a senhora limitou-se a dizer que então o garoto fizesse como quiser. Virou o rosto e continuou a leitura tranquila de sua revista, sem se estressar.
O ônibus partiu. Três pontos depois, não mais que isso, começou a chover dentro do veículo. O rapaz, que até então se achava o dono da razão, correu para fechar. A senhora, do alto de sua serenidade, apenas olhou. E sorriu.
Precisou de pouco tempo para provar que a empáfia e a arrogância do distinto não durariam muito.
Outro dia, peguei o ônibus, como faço todos os dias, com destino ao meu trabalho. Poucos minutos antes de ele sair do ponto inicial, um rapaz entrou e queria porque queria abrir aquela espécie de teto solar que os coletivos têm. Só que estava chovendo muito.
Uma senhora só observa o cara, que não tinha mais que 18 anos. A experiência da mulher, estampada no rosto já um pouco envelhecido pelo tempo, dizia que não era hora de abrir aquilo. No entanto, ela se arriscou:
- Meu filho, por favor, não abra. Senão vai chover aqui dentro.
O rapaz levantou o tom de voz e, com uma empáfia de chamar a atenção, e sem nenhum motivo aparente, bradou:
- Eu acho que tem que ficar aberto porque eu quero e pronto, c...!
Espantada com a educação, ou falta dela, e com o destempero do cidadão, a senhora limitou-se a dizer que então o garoto fizesse como quiser. Virou o rosto e continuou a leitura tranquila de sua revista, sem se estressar.
O ônibus partiu. Três pontos depois, não mais que isso, começou a chover dentro do veículo. O rapaz, que até então se achava o dono da razão, correu para fechar. A senhora, do alto de sua serenidade, apenas olhou. E sorriu.
Precisou de pouco tempo para provar que a empáfia e a arrogância do distinto não durariam muito.
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