quinta-feira, 27 de agosto de 2009

A vida é uma surpresa...


Ludovic Giuly sempre foi um bom jogador. Sua primeira passagem, no entanto, foi um pouco conturbada. Houve alguns problemas de comunicação em campo e ele não pode mostrar todo o seu talento. Porém, o tempo passou e ele novamente vestiu a camisa. Mais experiente, tem feito vários gols importantes. Conquistou a torcida que, na vez anterior, teve pouca paciência e também uma parcela de culpa por não ter dado certo.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Uou

O sucesso não é o final e o fracasso não é fatal: o que conta é a coragem para seguir em frente.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Frase para todos os dias...

"Mas lá em cima há um Deus justo..."
Samuel Eto'o

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Vai saber...

Engraçado como a gente encontra cada tipo de pessoa por aí. Verdadeiros monstros criados.
Outro dia, peguei o ônibus, como faço todos os dias, com destino ao meu trabalho. Poucos minutos antes de ele sair do ponto inicial, um rapaz entrou e queria porque queria abrir aquela espécie de teto solar que os coletivos têm. Só que estava chovendo muito.
Uma senhora só observa o cara, que não tinha mais que 18 anos. A experiência da mulher, estampada no rosto já um pouco envelhecido pelo tempo, dizia que não era hora de abrir aquilo. No entanto, ela se arriscou:
- Meu filho, por favor, não abra. Senão vai chover aqui dentro.
O rapaz levantou o tom de voz e, com uma empáfia de chamar a atenção, e sem nenhum motivo aparente, bradou:
- Eu acho que tem que ficar aberto porque eu quero e pronto, c...!
Espantada com a educação, ou falta dela, e com o destempero do cidadão, a senhora limitou-se a dizer que então o garoto fizesse como quiser. Virou o rosto e continuou a leitura tranquila de sua revista, sem se estressar.
O ônibus partiu. Três pontos depois, não mais que isso, começou a chover dentro do veículo. O rapaz, que até então se achava o dono da razão, correu para fechar. A senhora, do alto de sua serenidade, apenas olhou. E sorriu.
Precisou de pouco tempo para provar que a empáfia e a arrogância do distinto não durariam muito.